Querem acabar com a família: governo apoia campanha ‘Eu sou feliz sendo prostituta’

MG MOREIRA
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Brasília/DF – Deputados da bancada evangélica dispararam ataques à presidenta Dilma Rousseff e cobraram explicações nesta terça-feira (04) do Ministério da Saúde sobre a campanha lançada pela pasta na internet voltada às prostitutas com foco na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

Hoje, o ministro Alexandre Padilha (Saúde), no entanto, recuou e disse que a campanha ainda depende de aprovação. A Comissão de Direitos Humanos aprovou requerimento pedindo que Padilhapreste esclarecimentos sobre a campanha e informe quanto custou à peça publicitária.

De acordo com Padilha, o Ministério da Saúde recebe sugestões de profissionais do sexo e de entidades para elaborar campanhas que atinjam o público desejado, e esse material passa por uma avaliação. As peças da campanha em questão, no entanto, ainda não foram avaliadas pelo ministério, disse ele. “Só será autorizada a assinatura do ministério em mensagens restritas a orientações sobre prevenção das doenças sexualmente transmissíveis para os profissionais do sexo”, explicou (?).

A campanha, cujo lema é “Sem vergonha de usar camisinha”, é uma homenagem ao Dia Internacional das Prostitutas, que foi lembrado domingo (02). Os banners e vídeos foram produzidos em uma oficina para profissionais do sexo ocorrida em março, em João Pessoa. Participaram do evento,“representantes de organizações não governamentais (ONGs), associações e movimentos sociais que atuam com esse grupo de profissionais”.

Uma das peças da campanha, lançada no último final de semana diz: “Eu sou feliz sendo prostituta”.
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