Criança acorda no meio do próprio velório e pede água

MG MOREIRA
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Criança acorda no meio do próprio velório e pede água:
Kelvys Simão, de 2 anos, acordou, sentou no caixão e bebeu um copo de água durante seu próprio velório no último sábado, 13, em Belém (PA). Na sequência, o menino foi levado para o hospital, mas chegou morto.


A Polícia Civil (PC) investiga se houve erro médico na declaração da “primeira morte”, mas, na ilha de Cotijuba, onde o fato ocorreu, há quem diga que foi um milagre ou algo sobrenatural. Havia cerca de 50 pessoas no velório.

Kelvys foi internado com febre e falta de ar na sexta-feira. À noite, o hospital constatou a morte do menino. A declaração de óbito aponta como causa da morte insuficiência respiratória, broncopneumonia e desidratação.

Segundo o site "Conexão Noroeste", as cavidades do corpo foram tamponadas e Kelvys foi colocado em um “lençol de cadáver”, que é uma espécie de saco plástico, para depois ser levado à funerária.

De acordo com o hospital, a criança passou cerca de três horas sem poder respirar. A família, porém, diz que retirou os algodões de suas narinas e boca e abriu o saco plástico.

Durante o velório, segundo a pastora Maria Raimunda Batista, ele “estava se mexendo o tempo todo”. O pai do menino, o lavrador Antônio dos Santos, diz que por volta das 14h as pessoas presentes começaram a fazer massagem cardíaca na criança, até que ele cuspiu restos de algodão que haviam sido colocados em sua boca. Na sequência, Kelvys menino sentou no caixão e disse “Pai, água”.

Para o pai, a criança reagiu aos medicamentos que haviam sido dados no hospital na tentativa de ressuscitá-lo depois que o óbito já havia sido declarado, e por isso acordou no velório.
A direção do hospital afirmou, em nota, que só será possível esclarecer o episódio caso o corpo da criança seja exumado.

A polícia informou que deve ser determinada a abertura de inquérito e feito o pedido de exumação. Já o hospital deixou a investigação a cargo da polícia. Se a criança estivesse viva, ela não ia aguentar ficar tanto tempo tampada. Por isso que achamos estranho e queremos também uma explicação”, declarou a diretora do Hospital Regional Abelardo Santos, Vera Cecim.
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