Um tribunal na China condenou à morte um homem acusado de matar uma menina de dois anos em Pequim, em meio a uma briga por uma vaga de estacionamento, informou nesta quarta-feira (25) a agência estatal chinesa Xinhua. O chinês Han Lei, de 39 anos, retirou a criança do carrinho de bebê e a jogou no chão, depois que a mãe da menina se recusou a abrir espaço para que ele estacionasse seu carro. O episódio ocorreu no distrito de Daxing, no sul da capital chinesa. Além do ataque à menina, o homem agrediu a mãe. Ele fugiu, mas foi preso em seguida. A menina morreu devido às lesões. Ele alegou que o homicídio foi acidental. Han Lei disse que estava bêbado e que não percebeu que se tratava de uma criança. Ele diz ter pensado que estava jogando apenas as compras de supermercado no chão. O caso provocou a ira de diversas pessoas na China, com grande volume de comentários agressivos na internet, segundo a imprensa estatal. O julgamento começou no dia 16 de setembro em Pequim. Outro homem que ajudou Han a fugir, Li Ming, foi condenado a cinco anos de prisão, por cumplicidade. Prevista na Constituição, a pena de morte ainda é recorrente na China, país que lidera mundialmente o número de execuções de prisioneiros, segundo entidades de defesa dos direitos humanos. A punição se aplica a casos com agravantes, como assassinatos, mas também está prevista para o tráfico de drogas. De acordo com a organização humanitária Dui Hua Foundation, com sede em São Francisco, nos Estados Unidos, a China teria executado, em 2009, 5 mil prisioneiros, mais do que todos os outros países do mundo juntos. O número verdadeiro, no entanto, é considerado um segredo de Estado.
Chinês é condenado à morte por matar criança em briga de estacionamento
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Han Lei teve uma discussão com mãe de menina de dois anos de idade por uma vaga para seu carro.

Um tribunal na China condenou à morte um homem acusado de matar uma menina de dois anos em Pequim, em meio a uma briga por uma vaga de estacionamento, informou nesta quarta-feira (25) a agência estatal chinesa Xinhua. O chinês Han Lei, de 39 anos, retirou a criança do carrinho de bebê e a jogou no chão, depois que a mãe da menina se recusou a abrir espaço para que ele estacionasse seu carro. O episódio ocorreu no distrito de Daxing, no sul da capital chinesa. Além do ataque à menina, o homem agrediu a mãe. Ele fugiu, mas foi preso em seguida. A menina morreu devido às lesões. Ele alegou que o homicídio foi acidental. Han Lei disse que estava bêbado e que não percebeu que se tratava de uma criança. Ele diz ter pensado que estava jogando apenas as compras de supermercado no chão. O caso provocou a ira de diversas pessoas na China, com grande volume de comentários agressivos na internet, segundo a imprensa estatal. O julgamento começou no dia 16 de setembro em Pequim. Outro homem que ajudou Han a fugir, Li Ming, foi condenado a cinco anos de prisão, por cumplicidade. Prevista na Constituição, a pena de morte ainda é recorrente na China, país que lidera mundialmente o número de execuções de prisioneiros, segundo entidades de defesa dos direitos humanos. A punição se aplica a casos com agravantes, como assassinatos, mas também está prevista para o tráfico de drogas. De acordo com a organização humanitária Dui Hua Foundation, com sede em São Francisco, nos Estados Unidos, a China teria executado, em 2009, 5 mil prisioneiros, mais do que todos os outros países do mundo juntos. O número verdadeiro, no entanto, é considerado um segredo de Estado.
Um tribunal na China condenou à morte um homem acusado de matar uma menina de dois anos em Pequim, em meio a uma briga por uma vaga de estacionamento, informou nesta quarta-feira (25) a agência estatal chinesa Xinhua. O chinês Han Lei, de 39 anos, retirou a criança do carrinho de bebê e a jogou no chão, depois que a mãe da menina se recusou a abrir espaço para que ele estacionasse seu carro. O episódio ocorreu no distrito de Daxing, no sul da capital chinesa. Além do ataque à menina, o homem agrediu a mãe. Ele fugiu, mas foi preso em seguida. A menina morreu devido às lesões. Ele alegou que o homicídio foi acidental. Han Lei disse que estava bêbado e que não percebeu que se tratava de uma criança. Ele diz ter pensado que estava jogando apenas as compras de supermercado no chão. O caso provocou a ira de diversas pessoas na China, com grande volume de comentários agressivos na internet, segundo a imprensa estatal. O julgamento começou no dia 16 de setembro em Pequim. Outro homem que ajudou Han a fugir, Li Ming, foi condenado a cinco anos de prisão, por cumplicidade. Prevista na Constituição, a pena de morte ainda é recorrente na China, país que lidera mundialmente o número de execuções de prisioneiros, segundo entidades de defesa dos direitos humanos. A punição se aplica a casos com agravantes, como assassinatos, mas também está prevista para o tráfico de drogas. De acordo com a organização humanitária Dui Hua Foundation, com sede em São Francisco, nos Estados Unidos, a China teria executado, em 2009, 5 mil prisioneiros, mais do que todos os outros países do mundo juntos. O número verdadeiro, no entanto, é considerado um segredo de Estado.
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