O deputado Eli Borges (PMDB) criticou o anúncio do reajuste da tarifa elétrica feito nesta terça-feira, 10, pela Companhia de Energia Elétrica do Tocantins (Celtins). “Quero demonstrar a minha indignação com a Aneel que autorizou o aumento, com a Celtins que provocou e com o governo que deveria diminuir o ICMS como prometeu durante a campanha eleitoral e que até o momento não cumpriu”, afinetou o peemdebista. Conforme o anúncio da Celtins, o reajuste foi homologado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e publicado no Diário Oficial da União nº 126, do dia 3 de julho deste ano, para valer a partir de 4 de julho, como previsto no contrato de concessão. O reajuste médio de 10,23% será aplicado de forma retroativa ao dia 4 de julho deste ano nas faturas emitidas a partir desta quarta-feira, 11. Eli Borges questiona a decisão do Judiciário. “Sim, questiono, porque os serviços prestados pela Celtins tiveram diminuição na qualidade, portanto, nada justifica este reajuste”, disse. O parlamentar também afirmou que faltou a concorrência para a prestação dos serviços. “Este é o problema de concessões para empresas sem a famosa concorrência e este absolutismo é exatamente pelas coisas mal feitas, lembrando que quem fez a concessão à Celtins foi o atual goveno, quando estava à frente da administração estadual pela primeira vez”, lembrou. Investigação O peemedebista também lembrou que já foi instaurada uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), na Assembleia, para analisar o reajuste tarifário. “A comissão ainda está na fase de delimitação das formas de como os trabalhos serão desenvolvidos”, disse. Segundo ele, que é membro da comissão, a CPI é presidida pelo deputado José Roberto (PT), a vice-presidência ficou a cargo do deputado Wanderlei Barbosa (PEN), o relator é o deputado Stalin Bucar (PR), e, segundo membro, o deputado Freire Júnior (PSDB).
Eli Borges se diz "indignado": "Serviços prestados pela Celtins perderam qualidade, nada justifica o reajuste”
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19:26:00
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Comissão Parlamentar de Inquérito foi instalada na AL para investigar situação, mas ainda sequer definiu como vai trabalhar

O deputado Eli Borges (PMDB) criticou o anúncio do reajuste da tarifa elétrica feito nesta terça-feira, 10, pela Companhia de Energia Elétrica do Tocantins (Celtins). “Quero demonstrar a minha indignação com a Aneel que autorizou o aumento, com a Celtins que provocou e com o governo que deveria diminuir o ICMS como prometeu durante a campanha eleitoral e que até o momento não cumpriu”, afinetou o peemdebista. Conforme o anúncio da Celtins, o reajuste foi homologado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e publicado no Diário Oficial da União nº 126, do dia 3 de julho deste ano, para valer a partir de 4 de julho, como previsto no contrato de concessão. O reajuste médio de 10,23% será aplicado de forma retroativa ao dia 4 de julho deste ano nas faturas emitidas a partir desta quarta-feira, 11. Eli Borges questiona a decisão do Judiciário. “Sim, questiono, porque os serviços prestados pela Celtins tiveram diminuição na qualidade, portanto, nada justifica este reajuste”, disse. O parlamentar também afirmou que faltou a concorrência para a prestação dos serviços. “Este é o problema de concessões para empresas sem a famosa concorrência e este absolutismo é exatamente pelas coisas mal feitas, lembrando que quem fez a concessão à Celtins foi o atual goveno, quando estava à frente da administração estadual pela primeira vez”, lembrou. Investigação O peemedebista também lembrou que já foi instaurada uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), na Assembleia, para analisar o reajuste tarifário. “A comissão ainda está na fase de delimitação das formas de como os trabalhos serão desenvolvidos”, disse. Segundo ele, que é membro da comissão, a CPI é presidida pelo deputado José Roberto (PT), a vice-presidência ficou a cargo do deputado Wanderlei Barbosa (PEN), o relator é o deputado Stalin Bucar (PR), e, segundo membro, o deputado Freire Júnior (PSDB).
O deputado Eli Borges (PMDB) criticou o anúncio do reajuste da tarifa elétrica feito nesta terça-feira, 10, pela Companhia de Energia Elétrica do Tocantins (Celtins). “Quero demonstrar a minha indignação com a Aneel que autorizou o aumento, com a Celtins que provocou e com o governo que deveria diminuir o ICMS como prometeu durante a campanha eleitoral e que até o momento não cumpriu”, afinetou o peemdebista. Conforme o anúncio da Celtins, o reajuste foi homologado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e publicado no Diário Oficial da União nº 126, do dia 3 de julho deste ano, para valer a partir de 4 de julho, como previsto no contrato de concessão. O reajuste médio de 10,23% será aplicado de forma retroativa ao dia 4 de julho deste ano nas faturas emitidas a partir desta quarta-feira, 11. Eli Borges questiona a decisão do Judiciário. “Sim, questiono, porque os serviços prestados pela Celtins tiveram diminuição na qualidade, portanto, nada justifica este reajuste”, disse. O parlamentar também afirmou que faltou a concorrência para a prestação dos serviços. “Este é o problema de concessões para empresas sem a famosa concorrência e este absolutismo é exatamente pelas coisas mal feitas, lembrando que quem fez a concessão à Celtins foi o atual goveno, quando estava à frente da administração estadual pela primeira vez”, lembrou. Investigação O peemedebista também lembrou que já foi instaurada uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), na Assembleia, para analisar o reajuste tarifário. “A comissão ainda está na fase de delimitação das formas de como os trabalhos serão desenvolvidos”, disse. Segundo ele, que é membro da comissão, a CPI é presidida pelo deputado José Roberto (PT), a vice-presidência ficou a cargo do deputado Wanderlei Barbosa (PEN), o relator é o deputado Stalin Bucar (PR), e, segundo membro, o deputado Freire Júnior (PSDB).
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