Após afirmações de que o senador Vicentinho Alves (PR) estaria com a ida certa para o Solidariedade e que seria o mais cotado a assumir o Diretório Estadual da sigla, o T1 Notícias recebeu informações extraoficiais de que um grupo de cerca de 30 ex-prefeitos, liderados pelo ex-presidente da Associação Tocantinense de Municípios (ATM) e ex-prefeito de Tocantínia, Manoel Silvino (PR), estaria de olho na presidência da sigla no Tocantins. De acordo com as informações repassadas ao T1 Notícias, eles foram convidados pela Executiva Nacional para fazer parte do novo partido. Às 14 horas desta sexta-feira, 27, o documento de criação da comissão Executiva Estadual deve ser oficializado, em uma reunião liderada por Silvino.. O grupo é ligado à base do senador João Ribeiro (PR). Mais Solidariedade O presidente da Assembleia Legislativa (AL), Sandoval Cardoso (PSD), confirmou ao T1 Notícias que neste final de semana haverá uma reunião com o secretário de Esportes e Lazer, Eduardo Gomes (PSDB) e com senador Vicentinho Alves (PR) para definir os rumos partidários já de olho em 2014. Cardoso afirmou ao T1 Notícias que há a possibilidade de compor a sigla, e declarou que o Solidariedade “fará parte da base aliada ao governo”. O presidente da AL se mostrou decepcionado com o PSD, seu partido atual, e disse que ultimamente tem tido dificuldades para participar das decisões da sigla. “Não me convidaram para as inserções partidárias, não me convidaram para definir os diretórios, não me convidaram pra fazer parte da comissão executiva. Se eu não sou bem vindo num partido eu tenho que procurar outro”, afirmou, confirmando desta maneira sua insatisfação com o PSD. De acordo com Sandoval, a deputada Solange Duailibe também foi convidada para compor o Solidariedade, e deve participar da reunião neste final de semana. Esclarecendo dúvidas A partir o próximo dia 5, todos aqueles que tenham interesse em se candidatar devem estar com filiação partidária regularizada, lembrando que a filiação em outra sigla deve ocorrer com 48 horas de antecedência, para que não haja o crime eleitoral de dupla filiação. Conforme pesquisa feita no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), “quem se filia em um novo partido deve fazer comunicação ao partido e ao Juiz de sua respectiva Zona Eleitoral, para cancelar sua filiação; se não o fizer no dia imediato ao da nova filiação, fica configurada dupla filiação, sendo ambas consideradas nulas para todos os efeitos”, o que pode interferir na candidatura política.
fonte: T1 Notícias
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