Joaquim Moraes, pai do estudante, diz viu o filho ser agredido. "Em uma esquina antes da minha casa, eu vi quando eles estavam batendo nele. Eu pedi ao delegado que não fizesse aquilo, principalmente na minha frente, porque eu não admitia aquele tipo de coisa. Ele levou o dedo na minha cara e disse: 'vocês estão atrapalhando o meu trabalho'. Eu disse: de maneira alguma, o senhor está aqui para fazer justiça e não para cometer as injustiças."
No dia da prisão do jovem, os policiais encontraram na casa dele uma máquina para clonar cartões e seis cartões clonados, uma identidade falsa com o nome de Wellington da Silva Sousa, mas com a foto de Rafael, além de papéis de fumo, triturador de drogas, uma balança de precisão, maconha, papelotes de LSD e munições.
FONTE: G1/TO

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