Presidente Dilma se reúne com lideranças dos dois partidos na tentativa de chegar a um acordo sobre eleições de 2014
Contar com o apoio local de um partido de peso quando for dada a largada para a campanha eleitoral é de fundamental importância para um candidato à Presidência da República. E são justamente essas arestas que a presidente Dilma Rousseff está aparando com o PMDB, o maior partido que deve se aliar à chapa petista para a campanha de reeleição de Dilma do ano que vem.Apesar de estarem unidos na esfera federal - a vice-presidência é comandada pelo peemedebista Michel Temer -, as duas legendas passam por divergências em nove Estados. Em sete deles, as cúpulas dos partidos acreditam que possa haver uma solução. Na Bahia e no Rio Grande do Sul já é dado como certo que os partidos estarão em lados opostos, por serem rivais regionais históricos. O Pará era outro caso problemático, mas já foi acertado que o PT vai apoiar o candidato peemedebista Helder Barbalho.
Das situações reversíveis, a considerada mais complicada é a do Rio de Janeiro, onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve de intervir para evitar de o pré-candidato petista Lindbergh Farias deixasse o governo de Sérgio Cabral (PMDB). Com 15% dos votos, o diretório fluminense é o que tem mais peso na convenção nacional, quando o partido define formalmente seu apoio no pleito de 2014.

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