Lucas Alves de Oliveira é procurado pela polícia
Após a descoberta do crime, Oliveira chegou a confessar o crime durante interrogatório. O jovem alegou que costumava frequentar a casa do padre e que os dois teriam se conhecido quando o religioso celebrava missas na região de Justinópolis, no ano de 2010.
De acordo com depoimento do jovem, no dia dos fatos, ele não teria ido à casa de Teixeira com o intuito de matá-lo. No entanto, alegou que, ao chegar ao local, a vítima tentou forçar uma relação sexual, não aceitou, mas, diante da insistência da vítima, perdeu a cabeça a ponto de cometer o crime.
O padre foi encontrado morto no dia 4 de outubro de 2013, dentro de casa, no Centro da cidade. O corpo do religioso foi achado caído dentro do banheiro do imóvel, após o chamado de duas fiéis que costumavam tomar o café da manhã na companhia do padre. Ele estava sumido desde o dia 30 de setembro, data em que foi visto pela última vez. Desde então, fiéis resolveram procurá-lo. No dia do encontro do corpo, a perícia constatou que o religioso já estava em avançado estado de decomposição e apresentava fratura no nariz, diversos hematomas, cortes e perfurações no peito, pescoço e testa. Ao lado do corpo, foram recolhidos cacos de garrafa de cerveja sujos de sangue. O laudo de necropsia indicou que a vítima morreu em decorrência de traumatismo craniano.
As investigações do crime foram comandadas pelo delegado Flávio Rabello Teymeny.

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