| Foto: Dayanne Saldanha/G1 |
Marido e mulher foram visitar o túmulo da filha que morreu depois de se afogar em um balde com água em outubro do ano passado, quando chegaram no local viram o jazigo aberto. Daquele dia em diante, decidiram morar ali porque eles já viviam na rua há dois dias.
Durante o dia o homem sai para catar latinhas e a mulher fica em “casa” cuidando de tudo, depois da faxina diária, ela passa o restante do dia sentada no túmulo da filha. No cemitério possui água encanada, eles usam para beber, lavar roupa e tomar banho. O casal dorme em um colchão no chão.
Os dois pretendem viajar para Tangará da Serra (MT), onde vivem a família da mulher. Porém não possuem dinheiro para custear as passagens. Alguns vizinhos do cemitério relataram ao G1, que a família do homem já foi diversas vezes no local tentar tirar os dois de lá, mas eles se recusam a sair. Ainda de acordo com os vizinhos, eles são usuários de droga mas não incomodam ninguém.
Providências deverão ser tomadas pela Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social de Rondônia, que alegou não ter conhecimento da situação, antes da reportagem.
| Foto: Dayanne Saldanha/G1 |

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