“Ele ligou na noite do dia 17 e depois não deu mais sinal. Os celulares só dão fora de área. Estamos desesperados por qualquer informação sobre o paradeiro dele”, disse aoG1 a esposa do caminhoneiro, a funcionária pública Raquel de Jesus Martins, 20.
Segundo ela, o marido começou a trabalhar com o caminhão há cerca de quatro meses e costumava fazer a rota Anápolis/Tocantins. Esta seria a primeira vez que ele faria uma entrega na capital. “Ele deveria chegar a Goiânia às 7h do dia 18, mas não chegou. Desde então, não conseguimos nenhum contato com ele”, disse.
Sem notícias, o pai de Adson, o policial civil aposentado Adolfo Pereira de Oliveira, decidiu registrar o desaparecimento na delegacia dePorangatu. “Infelizmente, ainda não tivemos nenhuma informação sobre ele, que desapareceu igual fumaça. Tenho certeza que ele foi roubado e estão com ele em algum lugar. Por isso, peço para que as pessoas se solidarizem e apenas o liberem”, pediu.
De acordo com a delegada Jocelaine Braz Batista, responsável pelo caso, até a tarde desta terça-feira (22), a polícia não conseguiu nenhuma pista sobre onde está o caminhoneiro. "Estamos investigando, mas nada foi encontrado até agora. Nem ele, nem o caminhão em que ele seguia"
A esposa do caminhoneiro diz que quanto mais o tempo passa, maior fica a angústia. “Temos um bebê de 3 meses e está muito difícil conseguir segurar essa barra. Mas continuamos na luta para tentar localizá-lo”, afirmou.

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