O pai do jornalista americano decapitado por jihadistas na Síria falou pela primeira vez aos jornalistas depois da divulgação do vídeo da morte de seu filho, e considerou nesta quarta-feira (20) que James Foley havia morrido em um “martírio pela liberdade” e não merecia ser “massacrado”.
Falando em frente a sua casa em Rochester (New Hampshire, no nordeste dos Estados Unidos) o pai de James Foley, decapitado por jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) na Síria, disse que seu filho permaneceu “valente até o fim”.
“Tudo isto não faz sentido”, declarou John. “A maneira como ele morreu é horrível. Testemunha a sua coragem. Acreditamos que ele morreu como um mártir, em martírio pela liberdade.”
“Era a sua paixão. Ele não era louco. Ele era motivado pelo que acreditava ser o seu dever”, acrescentou John Foley sobre o mais velho de seus quatro filhos, que havia sido sequestrado pela primeira vez na Líbia, em 2011, e depois no final de 2012, na Síria.
‘Morreu em martírio pela liberdade’, diz pai de jornalista morto na Síria
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22:23:00
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