Após pagamento de fiança, a Justiça de Goiás concedeu liberdade provisória para Douglas Marcelo Alencar Schimitt (38 anos), Lucas Marinho Araújo (24 anos), Marco Antônio Jayme Roriz (46) e Roberto Carlos Maya Barbosa (48). Os quatro foram presos na última quinta-feira, 18, após serem flagrados, em uma pista de pouso no município de Piracanjuba (GO), tentando embarcar em um avião com R$ 504 mil e milhares de santinhos dos candidatos a governador, Marcelo Miranda (PMDB), e a deputado federal, Carlos Henrique Gaguim (PMDB).
Primeiro, Douglas, Lucas e Marco Antonio contaram que o dinheiro seria investido na campanha do candidato a governador pela coligação "A experiência faz a mudança" e que o candidato estaria usando contas bancárias de laranja porque teve os bens bloqueados pela Justiça Federal. Um dia depois da prisão, porém, o trio, orientado por advogados, relatou que o dinheiro, na verdade, era fruto de um empréstimo feito por um deles em Brasília (DF). Sobre os "santinhos", os suspeitos disseram que o material de campanha foi esquecido na aeronave pelo candidato a deputado federal Carlos Henrique Gaguim (PMDB), que teria usado o avião dias antes. Gaguim confirmou que usou a aeronave.
Já o piloto Roberto Carlos disse, em seu depoimento, que o avião pertence a Construtora Alja Ltda, de Ronaldo Japiassú. Ele afirmou à polícia que recebeu ordens do dono da aeronave para prestar serviços para Cleanto Carlos de Oliveira, ex-diretor da Aeropalmas e chefe do serviço aéreo da campanha de Marcelo Miranda.
De acordo com o delegado de Polícia Civil de Itumbiara (GO), Ricardo Chueire, responsável pelo inquérito, a fiança de Douglas, Roberyo e Marco, arbitrada em R$ 70 mil, foram reduzidas pela metade. A de Lucas, por sua vez, foi retirada.
O delegado afirmou ainda que os os autos do caso foram repassados, na manhã desta segunda-feira, para o procurador-regional Eleitoral, Álvaro Manzano, e para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O Ministério Público Eleitoral irá investigar se o dinheiro é, como apontam os indícios, fruto de caixa 2.
Já o piloto Roberto Carlos disse, em seu depoimento, que o avião pertence a Construtora Alja Ltda, de Ronaldo Japiassú. Ele afirmou à polícia que recebeu ordens do dono da aeronave para prestar serviços para Cleanto Carlos de Oliveira, ex-diretor da Aeropalmas e chefe do serviço aéreo da campanha de Marcelo Miranda.
De acordo com o delegado de Polícia Civil de Itumbiara (GO), Ricardo Chueire, responsável pelo inquérito, a fiança de Douglas, Roberyo e Marco, arbitrada em R$ 70 mil, foram reduzidas pela metade. A de Lucas, por sua vez, foi retirada.
O delegado afirmou ainda que os os autos do caso foram repassados, na manhã desta segunda-feira, para o procurador-regional Eleitoral, Álvaro Manzano, e para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O Ministério Público Eleitoral irá investigar se o dinheiro é, como apontam os indícios, fruto de caixa 2.

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