Decisão pode destinar cerca de 100 mil toneladas de carne bovina ao mercado asiático
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| Foto: Sistema Faep |
O embargo imposto pela China ao mercado brasileiro de carne bovina segue repercutindo entre os leitores do site do Canal Rural. Na última semana, uma notícia trouxa ânimo para o setor: a liberação das exportações dos lotes que foram certificados antes do dia 4 de setembro, data do embargo.
Em entrevista ao programa Giro do Boi, a empresária Maria Antonieta Guazzeli falou sobre o sucesso da Agropecuária Rex, que apostou em tecnologia para monitoramento de gado e aumentou o volume de ordenha.
Garrotes angus abatidos com 12 a 14 meses de idade e 19,7@ de média depois de terminação em seis meses de cocho. Os animais superprecoces foram produzidos na Fazenda Agromaza, propriedade localizada em Castanheiras-RO.
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| Foto Canal Rural |
Segundo Alexandre Berndt, chefe-geral da Embrapa Pecuária Sudeste, existem algumas estratégias que podem ser adotadas para reduzir as emissões de metano na pecuária, responsável por 76% das emissões.
Durante o quadro Boletim AgroExport, o diretor de conteúdo do Canal Rural, Giovani Ferreira, analisou os impactos do fim do embargo chinês à carne bovina brasileira. Entre eles estão a incerteza sobre o volume de carne que será disponibilizado ao mercado
Na última semana, a Administração Geral de Alfândegas da China (GACC, na sigla em inglês) autorizou a importação de carne bovina brasileira certificada antes do dia 4 de setembro. Com a decisão, cerca de 100 mil toneladas de carne bovina brasileira poderão chegar ao mercado chinês, segundo a Abrafrigo
Fonte; Canal Rural



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