Os preços internos da soja subiram ao longo da última semana
Segundo pesquisadores do Cepea, os valores foram influenciados pela redução gradual do volume da temporada 2020/21 disponível para negociação e pela alta no mercado externo.
No campo, a umidade do solo em algumas regiões produtoras da oleaginosa começa a ficar baixa, mas a ausência de chuvas permitiu que sojicultores avançassem com a semeadura em muitas áreas. Já no Sul do País, foram as precipitações fracas e isoladas que favoreceram a retomada das atividades de campo, que haviam sido interrompidas em algumas praças.
MILHO: APÓS OITO SEMANAS EM QUEDA, PREÇOS REAGEM
Após caírem por oito semanas consecutivas, os preços do milho voltaram a subir na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Nos portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR), os valores foram influenciados pelo alto patamar do dólar – especialmente no início da última semana – e pelos avanços nos futuros externos. No interior do País, vendedores, atentos a esse cenário e também ao menor volume de chuvas em novembro – que gera certa preocupação quanto ao desenvolvimento da safra de verão –, se afastaram do spot nacional, à espera de intensificação do recente movimento de alta nos preços. Compradores de grande parte das praças acompanhadas pelo Cepea se mostram abastecidos – o que, inclusive, limitou o avanço dos valores. Diante disso, o ritmo de comercialização tanto no interior como nos portos ainda esteve lento e abaixo do observado em anos anteriores. No campo, mesmo com a redução das chuvas ao longo de novembro e das consequentes preocupações, o desenvolvimento das lavouras da safra de verão segue satisfatório.
Fonte: Cepea

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