Os trabalhadores estrangeiros disseram que foram bem recebidos. O operador de máquinas César Souza, que mora em frente da casa onde eles estão alojados os trabalhadores, diz que está torcendo por eles. "A situação no país deles é bem crítica, mas vamos ver o que podemos fazer para a vida deles ser bem melhor aqui".
Edriere Maxime está no Brasil desde novembro. Ele deixou dois filhos e a mulher no Haiti e está ansioso para começar a trabalhar. "Decidimos que uma parte viesse para cá para trabalhar". Jerry Santana, outro haitiano, explica que saiu do país de origem para buscar novas oportunidades. "Somente buscando trabalho, uma vida melhor".
O mecânico Adenir da Silva é dono de uma oficina no município e confirma que é difícil conseguir mão de obra na cidade. "Sou a favor e acho que Alvorada está precisando de gente que vem trabalhar. A gente torce que eles estejam vindo para prestar o serviço e ganhar o dinheirinho deles para sobreviverem com uma situação mais razoável do que a que viviam lá".
O diretor do frigorífico disse que a empresa foi até Brasiléia, no Acre, buscar os trabalhadores. Nesta quarta-feira (18) eles vieram a Palmas regularizar a situação junto ao Ministério do Trabalho. "Eles vão atuar na função de ajudante geral, mas nada impede que eles se desenvolvam e algum dia ocupem o meu posto, por exemplo". O contrato provisório é de seis meses. "Queremos que a contratação seja boa para eles, a empresa, Alvorada e o Brasil".
fonte: G1

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